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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Porque evitar o "NÃO" e a linguagem negativa.


 
 A linguagem tem por objetivo a comunicação entre os seres humanos, portanto quanto mais precisa for a linguagem, melhor será o resultado de nossa comunicação. O que é a palavra não? Uma abstração. O "não", por si só, não diz nada, logo o cérebro se fixa no que vem depois do "não". Nossas mentes para saber em que não pensar, precisam primeiro pensar. Não pense em um balão azul. Pense em um balão azul. Analise as duas frases acima. Em que você pensou quando leu uma e leu outra? Na mesma coisa, em um balão azul. Assim sendo, quando queremos obter um resultado, o melhor é nos referirmos ao que queremos, por exemplo: Em caso de incêndio use a escada. É muito comum encontrarmos em muitos prédios: "Em caso de incêndio não use o elevador". Principalmente numa situação de pânico, é muito mais difícil e demorado pensar primeiro no que não fazer para depois pensar no que fazer.

A linguagem mais rápida e que obtém melhores resultados é a linguagem afirmativa; dizer o que deve ser feito. O uso de uma linguagem negativa provoca o comportamento que se quer evitar. É muito comum encontrarmos nos caixas eletrônicos um adesivo em que está escrito: Não se esqueça de retirar o cartão. E, também, é muito comum encontrarmos os cartões esquecidos no caixa eletrônico. Se a linguagem do adesivo for mudada, será mais fácil atingir o objetivo: Lembre-se de retirar o cartão.
 Nos shoppings onde o estacionamento é pago, encontramos cartazes espalhados em todo o shopping, dizendo: Não se esqueça de validar o ticket de estacionamento. E estamos sempre encontrando pessoas voltando do estacionamento que fizeram o que? Esqueceram de validar o cartão. O adequado é: Lembre de validar o ticket de estacionamento. Você já teve, provavelmente, a experiência de pensar em "Não posso esquecer de ......." e obter o resultado de esquecer exatamente aquilo que na realidade você queria lembrar.

Qual o resultado que a campanha "Não use drogas" vem obtendo? O consumo de drogas vem aumentando ano após ano. Além da palavra não, quanto mais a palavra droga é utilizada, mais é repetida, mais ela é reforçada e lembrada, levando muitos adolescentes a ficar cada vez mais curiosos a respeito, pois é por ser tão falada eles decidem experimentá-la.

Há pouco tempo foi veiculada na televisão uma campanha "se beber, não dirija. Você não acha que seria mais adequado dizer: Se beber álcool, chame um táxi ou peça uma carona. O foco de uma campanha deve estar no objetivo a ser alcançado e colocado em linguagem afirmativa. Em vez de uma campanha pela não violência, é muito mais eficaz uma Campanha pela Paz, como a que motivou a população na semana passada. A não violência, na realidade nos trás à mente imagens e situações de violência, que queremos evitar; e afasta as pessoas em vez de motivá-las. E, ainda, faz com que pensemos em violência em vez de paz. Nunca, evite, e outras negativas, tem o mesmo efeito que um não.

Nunca tranque o cruzamento, evite trancar o cruzamento ou não tranque o cruzamento fazem-nos pensar na mesma coisa: trancar o cruzamento. Deixe o cruzamento livre, é a linguagem afirmativa, objetiva e eficaz.  Exemplos com crianças: Não mexa nisto, melhor, vá brincar com aquilo. Cuidado para não cair olhe o degrau, preste atenção na escada. Em algumas situações é muito adequado usar o não: Você não precisa comer toda a comida que está no prato. (Se você quer que a criança coma toda a comida). Você não precisa ir estudar agora. (Se você quer que vá estudar agora). São situações em que desejamos que a pessoa faça o que estamos dizendo que não. Todos nós conhecemos pais, gerentes e outras pessoas que, querendo ajudar, nos dizem e aos outros o que não fazer. O que fazem, de forma inconsciente, é chamar nossa atenção exatamente para o que não queriam que fizéssemos. "Não se preocupe.", "Não entre em pânico", "Não fique aborrecido", "Não acho que você seja chato". Usar a linguagem negativa consigo mesmo é algo que a maioria das pessoas faz. "Não vou pensar mais nisso" e continuamos pensando, "Evite comer doces se quer emagrecer", só para citar alguns exemplos. Existe a tendência a pensar no que não queremos fazer e, em seguida, muitas vezes, começar a fazê-lo. Em vez de dizer o que não queremos, podemos dizer o que queremos. Tente isto. Pense em uma frase negativa que você vem dizendo a si mesmo e experimente transformá-la em afirmativa, agora. Em vez de dizer "Não quero comer doces" ou "Não quero engordar", tente dizer, "Quero comer comidas saudáveis" ou "Quero emagrecer". Isso não só é mais agradável como, na verdade, reorienta a sua mente e prepara você para um número maior de realizações desejadas, focalizando as coisas positivas que quer que aconteça. Se você aplicar isto na sua vida, em breve vai começar a obter os resultados que deseja.
 
Fonte: Maria Helena Lorentz - Uso da Linguagem - Junho de 1997

segunda-feira, 14 de novembro de 2011


A grande poetisa Cora Coralina nos deixa um legado de sabedoria com muita doçura, pois se achava mais doceira do que escritora. Considerava os doces cristalizados de caju, abóbora, figo e laranja, que encantavam os vizinhos e amigos, obras melhores do que os poemas escritos em folhas de caderno. Só em 1965, aos 75 anos, ela conseguiu realizar o sonho de publicar o primeiro livro, Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Ana Lins dos Guimarães Peixoto Brêtas viveu por muito tempo de sua produção de doces, até ficar conhecida como Cora Coralina, a primeira mulher a ganhar o Prêmio Juca Pato, em 1983, com o livro Vintém de Cobre – Meias Confissões de Aninha.

Sem dúvida alguma, um exemplo de força e determinação na dose certa, pois a doçura de suas palavras tocam fundo o nosso coração! Veja você mesmo.


PODEMOS, QUEM SABE,TENTAR NOS ESPELHAR,NESTA INCRIVEL POETISA.

Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem.

Ela lhe disse:

"Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.

E digo prá você, não pense.

Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha.

Eu não digo.

Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.

É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer

as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.

O bom é produzir sempre e não dormir de dia.

Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.

Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa.

Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.

Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!

Sei que tenho muitos anos.

Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades,

mas não sei se sou velha não.

Você acha que eu sou?

Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser.

Filha dessa abençoada terra de Goiás.

Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.

Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.

Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha

própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto,

pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.

Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.

Digo o que penso, com esperança.

Penso no que faço, com fé.

Faço o que devo fazer, com amor.

Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar,

ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida,

que o mais importante é o decidir.".

(_Cora Coralina_)

domingo, 6 de novembro de 2011

Preste mais atenção: A felicidade é feita de momentos!


Li, gostei, concordo e compartilho. E sugiro que acrescente os seus momentos felizes à lista que segue abaixo, pois é sabido que o nosso sistema imunológico responde prontamente às lembranças e recordações de momentos felizes, tornando o nosso corpo mais saudável e resistente.

Busque ter pensamentos e sentimentos positivos, evitando tudo que gere discórdia, nervosismo, tristeza e desarmonia.

Pratique exercicios físicos com regularidade. Estudos apontam que a atividade física é responsável pela liberação de alguns hormônios capazes de estimular a imunidade. E finalmente, busque o autoconhecimento. Sua saúde e bem-estar dependem fundamentalmente de estar em sintonia com sua missão de vida. Se você está agindo de acordo com ela, sente-se feliz e seu corpo funciona adequadamente.

Desejo que você tenha uma excelente semana!


A primeira vez que você foi chamada de mãe, pai, avó(ô), tia(o).

O tão esperado primeiro beijo da pessoa amada.

Aquela mágoa antiga que se desfaz.

O banho reconfortante depois de um longo dia de trabalho.

A sua própria cama, na sua casa, depois de muito tempo dormindo em hotel.

A conclusão daquele curso após anos de dedicação e esforço pessoal.

O olhar de cumplicidade de um amigo numa situação difícil.

A mãozinha de um bebê segurando apertado o seu dedo.

Seu cachorro correndo para te receber.

A comida saborosa e quente num momento de fome e frio.

As férias na praia registradas numa foto iluminada pelo seu sorriso.

A sensação de permanência afetiva que descobrimos ter por alguém que amamos e há muito morreu.

A visão daquele pôr do sol que você nunca esqueceu.

O descontrole libertador de um orgasmo a dois.

A certeza de ter tido um trabalho devidamente reconhecido.

Um elogio feito a uma mudança que você inseguramente se aventurou a fazer.

Ouvir alguém que realmente importa dizer “Eu te amo”.

Ser aquecido por um abraço apertado num inverno de montanha.

Dançar até o salão a sua volta começar a girar.

Por alguma razão desconhecida, perder a vergonha e fazer algo que você nunca tivera a coragem de fazer antes.

Vencer um medo.

Falar “Eu te amo” com o coração palpitando e ser correspondido.

Olhar para alguma coisa, um objeto ou um lugar, e sentir a presença de algo que você seguramente chama de divino.

Ter um sonho maravilhoso e acordar com aquela sensação de que tudo vale a pena.

Ver os pratos e a panela “limpa” sobre a mesa depois de servir algo que você mesmo cozinhou.

Tirar um sapato que aperta e esticar os pés no chão.

O calor do sol numa manhã morna de primavera.

Uma fruta fresca e saborosa e doce comida com vontade.

Vestir uma roupa que cai como uma luva.

Ter saúde ou voltar a tê-la.

Saber que há alguém com quem você pode contar.

Ser essa pessoa para alguém…



…Se você viveu qualquer uma dessas experiências – e eu aposto que qualquer um de nós já usufruiu de algumas delas – então você sabe o que é felicidade. Talvez você ainda continue acreditando que felicidade é um carro melhor do que o que você tem, uma casa maior, um corpo mais jovem ou mais magro, um cabelo mais liso ou mais brilhante, uma vida sem problemas, um salário mais gordo ou um parceiro tão apaixonado como Dom Juan de Marco. Isso é um desperdício, sabia?


Por Angelita Corrêa Scardua

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Nunca deixe para amanhã o que pode fazer hoje.

                                                                           
Este texto de Roberto Recinella aborda a tendência que temos de adiar determinadas decisões e/ou atitudes.

Leia com atenção e procure identificar quais são os principais motivos que levam você a deixar para depois ou postergar o que deve ser feito e enumere as consequências negativas que este comportamento, quando adotado como padrão, pode causar na sua vida.

Lebrando que: "Muito do stress que as pessoas sentem não vem de terem coisas demais para fazer. Ele vem de não terminarem o que começaram” (David Allen)

E lembre-se: ação gera mais ação. Então, mãos à obra começando com esta leitura.

Um abraço!

Você sabe o que é procrastinação? Para não correr o risco de você procrastinar a leitura deste artigo, já vou lhe explicar.

Esse é um problema que todos nós enfrentamos quando adultos (e mesmo quando crianças). Devemos reservar algum tempo para simplesmente não fazer nada, mas quando há algo para fazer, que realmente deve ser feito, como podemos deixar a preguiça de lado e não "deixar para amanhã?" Quais as razões por trás da procrastinação e como lidar com elas?

A questão é como resistir à tentação de deixar tarefas para depois num mundo no qual a educação familiar e até as empresas menosprezam a pontualidade.

A procrastinação é uma disposição comportamental que leva a adiar e a evitar determinadas tarefas ou certas decisões. Este comportamento de fuga é causado pela existência de outras atividades mais agradáveis e que assumem, aparentemente, maior relevância naquele momento.

O que é que vem primeiro: motivação ou ação?
A maioria das pessoas responderá motivação. É a resposta típica dos procrastinadores. Mas não é a resposta correta. Os procrastinadores dizem: "Não tenho vontade agora. Faço quando tiver". E esse momento parece não chegar nunca, simplesmente porque estas tarefas são aborrecidas e desagradáveis.

A ordem dos acontecimentos é mais ou menos assim: ação gera motivação que gera mais ação, gerando uma espiral de acontecimentos. Existe a necessidade de quebrar a inércia, por isso a importância da ação, esta que gera movimento e assim a atividade começa a ser feita. O inicio é o mais difícil. Observe quando alguém inicia um programa de exercícios. Os primeiros minutos são frustrantes, mas quando o corpo aquece parece que o tempo voa.

A procrastinação é basicamente um conflito entre o "dever" e o "querer", em que o procrastinador faz aquilo que "quer" fazer, em vez do que "deveria" fazer, mesmo sabendo que poderá ter conseqüências negativas.

"Às vezes, o indivíduo apresenta um quadro sério de estresse, sente-se ansioso, o que pode gerar dores de cabeça, aumento na pressão arterial e problemas de estômago", diz a consultora norte-americana Rita Emmett, que dá palestras sobre procrastinação.


Psicólogos podem citar inúmeras razões porque as pessoas procrastinam, mas a razão nº 1 é o medo de fracassar. Nós adiamos muitas coisas porque nós temos medo de não fazê-las corretamente.

Perfeição é outra palavra dos procrastinadores, lembre-se antes do ótimo vem o bom. Não estou estimulando ninguém a fazer nada mal feito, o que estou tentando lhe dizer é que almejando o perfeito, você acaba não fazendo nada. Conheço escritores que estão há mais de vinte anos escrevendo um livro e nunca terminam, pois sempre acham que podem melhorar.

Douglas Adams fez tudo que podia para evitar o trabalho penoso de se afundar em sua escrivaninha e redigir o romance "The Salmon of Doubt" ("O Salmão da Dúvida"). O peculiar autor britânico colocou-se de molho, por horas, em uma banheira. Vagabundeou. E imaginou desculpas fantásticas para seu irritado editor. Quando morreu, em 2001, Adams tinha dedicado uma década ao livro sem nem sequer ter completado um rascunho. Com clássicos como "O Guia do Mochileiro das Galáxias" no currículo, o escritor tornou-se um símbolo dos procrastinadores (ou enroladores, preguiçosos). "Amo prazos", disse certa vez. "Gosto do som que eles fazem quando saem voando".

Por volta de 1770, Philip Dormer Stanhope político e escritor inglês conhecido como 4o Conde de Chesterfield decidiu escrever para seu filho uma série de cartas transmitindo conselhos de vida que ele considerava importantes. Dentre os conselhos havia o famoso e conhecido "Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje".


Mas infelizmente nesta questão todos temos uma inclinação natural a seguir o conselho de Mark Twain famoso escritor, humorista e romancista americano "Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar para depois de amanhã".

Deixar para depois não é sinal de preguiça ou de irresponsabilidade. Aquele que procrastina prioriza coisas menos importantes às mais importantes, enfim ele coloca diversas tarefas menores na frente fazendo a pessoa viver a ilusão de que, adiando, tudo será solucionado como num passe de mágica.

Lembre-se de quando você era pequeno. Como a maioria das crianças nessa idade você não gostava de verduras e quando era obrigado a comê-las, deixava para o final, na esperança, de que alguma coisa acontecesse que a impedisse de ter de completar a tarefa. Algo semelhante acontece com as pessoas depois de adultas.

O grande problema com a procrastinação é que ela se auto-alimenta, de uma forma geral, quanto mais adiamos algo, mais resistentes ficamos a iniciar a tarefa em questão.

Há um outro fator muito interessante a ser observado na procrastinação. A consciência da própria mortalidade é que faz as pessoas postergarem alguma atividade, seja ela interessante ou desagradável. Se elas têm a chance de adiar alguma escolha, fazem-no porque têm a sensação de estar garantindo o dia de amanhã. É uma forma de se iludir, de tentar se tornar imortal.


Seja o que você esteja fazendo agora, você estará deixando de fazer outra coisa. Por exemplo, se você está lendo este livro com certeza abdicou de assistir um filme, jogar bola ou mesmo terminar aquele relatório que já está atrasado. Então, a questão não é como evitar a procrastinação, mas como procrastinar bem.

Para isso existe o planejamento de prioridades, separando as atividades que "precisa" ser realizadas daquilo que você "gosta" de fazer. O ideal seria que as listas fossem iguais, mas isso não acontece na vida real. Não conheço ninguém que goste de ir ao banco enfrentar filas e ser mal tratado ou de fazer dieta. Mas são atividades que não podem ser delegadas e têm que ser feitas somente por você. A não ser que desenvolvam uma tecnologia onde as pessoas possam fazer dieta, ir ao dentista ou participar daquela avaliação de desempenho anual por você. Se por acaso desenvolverem, por favor, me avisem.

Mas enquanto isso não acontece, você tem que assumir suas responsabilidades e cumprir as atividades da sua lista.

Há três variáveis de procrastinação, dependendo do que você faz ao invés de trabalhar em algo: você pode não fazer nada e ficar enrolando; pode fazer algo de menor importância ou realmente fazer algo importante. Eu acredito que este último seja o tipo de boa procrastinação.


A exemplo daquele "analista de sistemas" que se esquece de pagar as contas, de se barbear, de comer direito, de sair de casa enquanto desenvolve um novo software. Sua mente se desliga deste mundo porque está trabalhando duro em outro.

"As pessoas têm uma competição interna entre satisfazer o seu 'eu' do presente e o seu 'eu' do futuro", diz John Kammeyer-Mueller, especialista em gerenciamento do tempo da Universidade da Flórida (EUA).

Estamos vivenciando uma das maiores transformações na história da humanidade. Expostos à mudanças cada vez mais rápidas, profundas e determinantes de um novo modelo de gestão. Concluímos que viver hoje é um desafio de flexibilidade e capacidade de adaptação.

Se já é difícil fazendo a coisa certa imagine postergando a sua evolução.

Pare de fazer gol contra, organize-se para aproveitar melhor suas competências, descarte o que não é necessário e se concentre naquilo que realmente faz a diferença.