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domingo, 6 de novembro de 2011

Preste mais atenção: A felicidade é feita de momentos!


Li, gostei, concordo e compartilho. E sugiro que acrescente os seus momentos felizes à lista que segue abaixo, pois é sabido que o nosso sistema imunológico responde prontamente às lembranças e recordações de momentos felizes, tornando o nosso corpo mais saudável e resistente.

Busque ter pensamentos e sentimentos positivos, evitando tudo que gere discórdia, nervosismo, tristeza e desarmonia.

Pratique exercicios físicos com regularidade. Estudos apontam que a atividade física é responsável pela liberação de alguns hormônios capazes de estimular a imunidade. E finalmente, busque o autoconhecimento. Sua saúde e bem-estar dependem fundamentalmente de estar em sintonia com sua missão de vida. Se você está agindo de acordo com ela, sente-se feliz e seu corpo funciona adequadamente.

Desejo que você tenha uma excelente semana!


A primeira vez que você foi chamada de mãe, pai, avó(ô), tia(o).

O tão esperado primeiro beijo da pessoa amada.

Aquela mágoa antiga que se desfaz.

O banho reconfortante depois de um longo dia de trabalho.

A sua própria cama, na sua casa, depois de muito tempo dormindo em hotel.

A conclusão daquele curso após anos de dedicação e esforço pessoal.

O olhar de cumplicidade de um amigo numa situação difícil.

A mãozinha de um bebê segurando apertado o seu dedo.

Seu cachorro correndo para te receber.

A comida saborosa e quente num momento de fome e frio.

As férias na praia registradas numa foto iluminada pelo seu sorriso.

A sensação de permanência afetiva que descobrimos ter por alguém que amamos e há muito morreu.

A visão daquele pôr do sol que você nunca esqueceu.

O descontrole libertador de um orgasmo a dois.

A certeza de ter tido um trabalho devidamente reconhecido.

Um elogio feito a uma mudança que você inseguramente se aventurou a fazer.

Ouvir alguém que realmente importa dizer “Eu te amo”.

Ser aquecido por um abraço apertado num inverno de montanha.

Dançar até o salão a sua volta começar a girar.

Por alguma razão desconhecida, perder a vergonha e fazer algo que você nunca tivera a coragem de fazer antes.

Vencer um medo.

Falar “Eu te amo” com o coração palpitando e ser correspondido.

Olhar para alguma coisa, um objeto ou um lugar, e sentir a presença de algo que você seguramente chama de divino.

Ter um sonho maravilhoso e acordar com aquela sensação de que tudo vale a pena.

Ver os pratos e a panela “limpa” sobre a mesa depois de servir algo que você mesmo cozinhou.

Tirar um sapato que aperta e esticar os pés no chão.

O calor do sol numa manhã morna de primavera.

Uma fruta fresca e saborosa e doce comida com vontade.

Vestir uma roupa que cai como uma luva.

Ter saúde ou voltar a tê-la.

Saber que há alguém com quem você pode contar.

Ser essa pessoa para alguém…



…Se você viveu qualquer uma dessas experiências – e eu aposto que qualquer um de nós já usufruiu de algumas delas – então você sabe o que é felicidade. Talvez você ainda continue acreditando que felicidade é um carro melhor do que o que você tem, uma casa maior, um corpo mais jovem ou mais magro, um cabelo mais liso ou mais brilhante, uma vida sem problemas, um salário mais gordo ou um parceiro tão apaixonado como Dom Juan de Marco. Isso é um desperdício, sabia?


Por Angelita Corrêa Scardua

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Nunca deixe para amanhã o que pode fazer hoje.

                                                                           
Este texto de Roberto Recinella aborda a tendência que temos de adiar determinadas decisões e/ou atitudes.

Leia com atenção e procure identificar quais são os principais motivos que levam você a deixar para depois ou postergar o que deve ser feito e enumere as consequências negativas que este comportamento, quando adotado como padrão, pode causar na sua vida.

Lebrando que: "Muito do stress que as pessoas sentem não vem de terem coisas demais para fazer. Ele vem de não terminarem o que começaram” (David Allen)

E lembre-se: ação gera mais ação. Então, mãos à obra começando com esta leitura.

Um abraço!

Você sabe o que é procrastinação? Para não correr o risco de você procrastinar a leitura deste artigo, já vou lhe explicar.

Esse é um problema que todos nós enfrentamos quando adultos (e mesmo quando crianças). Devemos reservar algum tempo para simplesmente não fazer nada, mas quando há algo para fazer, que realmente deve ser feito, como podemos deixar a preguiça de lado e não "deixar para amanhã?" Quais as razões por trás da procrastinação e como lidar com elas?

A questão é como resistir à tentação de deixar tarefas para depois num mundo no qual a educação familiar e até as empresas menosprezam a pontualidade.

A procrastinação é uma disposição comportamental que leva a adiar e a evitar determinadas tarefas ou certas decisões. Este comportamento de fuga é causado pela existência de outras atividades mais agradáveis e que assumem, aparentemente, maior relevância naquele momento.

O que é que vem primeiro: motivação ou ação?
A maioria das pessoas responderá motivação. É a resposta típica dos procrastinadores. Mas não é a resposta correta. Os procrastinadores dizem: "Não tenho vontade agora. Faço quando tiver". E esse momento parece não chegar nunca, simplesmente porque estas tarefas são aborrecidas e desagradáveis.

A ordem dos acontecimentos é mais ou menos assim: ação gera motivação que gera mais ação, gerando uma espiral de acontecimentos. Existe a necessidade de quebrar a inércia, por isso a importância da ação, esta que gera movimento e assim a atividade começa a ser feita. O inicio é o mais difícil. Observe quando alguém inicia um programa de exercícios. Os primeiros minutos são frustrantes, mas quando o corpo aquece parece que o tempo voa.

A procrastinação é basicamente um conflito entre o "dever" e o "querer", em que o procrastinador faz aquilo que "quer" fazer, em vez do que "deveria" fazer, mesmo sabendo que poderá ter conseqüências negativas.

"Às vezes, o indivíduo apresenta um quadro sério de estresse, sente-se ansioso, o que pode gerar dores de cabeça, aumento na pressão arterial e problemas de estômago", diz a consultora norte-americana Rita Emmett, que dá palestras sobre procrastinação.


Psicólogos podem citar inúmeras razões porque as pessoas procrastinam, mas a razão nº 1 é o medo de fracassar. Nós adiamos muitas coisas porque nós temos medo de não fazê-las corretamente.

Perfeição é outra palavra dos procrastinadores, lembre-se antes do ótimo vem o bom. Não estou estimulando ninguém a fazer nada mal feito, o que estou tentando lhe dizer é que almejando o perfeito, você acaba não fazendo nada. Conheço escritores que estão há mais de vinte anos escrevendo um livro e nunca terminam, pois sempre acham que podem melhorar.

Douglas Adams fez tudo que podia para evitar o trabalho penoso de se afundar em sua escrivaninha e redigir o romance "The Salmon of Doubt" ("O Salmão da Dúvida"). O peculiar autor britânico colocou-se de molho, por horas, em uma banheira. Vagabundeou. E imaginou desculpas fantásticas para seu irritado editor. Quando morreu, em 2001, Adams tinha dedicado uma década ao livro sem nem sequer ter completado um rascunho. Com clássicos como "O Guia do Mochileiro das Galáxias" no currículo, o escritor tornou-se um símbolo dos procrastinadores (ou enroladores, preguiçosos). "Amo prazos", disse certa vez. "Gosto do som que eles fazem quando saem voando".

Por volta de 1770, Philip Dormer Stanhope político e escritor inglês conhecido como 4o Conde de Chesterfield decidiu escrever para seu filho uma série de cartas transmitindo conselhos de vida que ele considerava importantes. Dentre os conselhos havia o famoso e conhecido "Nunca deixes para amanhã o que podes fazer hoje".


Mas infelizmente nesta questão todos temos uma inclinação natural a seguir o conselho de Mark Twain famoso escritor, humorista e romancista americano "Nunca deixe para amanhã o que você pode deixar para depois de amanhã".

Deixar para depois não é sinal de preguiça ou de irresponsabilidade. Aquele que procrastina prioriza coisas menos importantes às mais importantes, enfim ele coloca diversas tarefas menores na frente fazendo a pessoa viver a ilusão de que, adiando, tudo será solucionado como num passe de mágica.

Lembre-se de quando você era pequeno. Como a maioria das crianças nessa idade você não gostava de verduras e quando era obrigado a comê-las, deixava para o final, na esperança, de que alguma coisa acontecesse que a impedisse de ter de completar a tarefa. Algo semelhante acontece com as pessoas depois de adultas.

O grande problema com a procrastinação é que ela se auto-alimenta, de uma forma geral, quanto mais adiamos algo, mais resistentes ficamos a iniciar a tarefa em questão.

Há um outro fator muito interessante a ser observado na procrastinação. A consciência da própria mortalidade é que faz as pessoas postergarem alguma atividade, seja ela interessante ou desagradável. Se elas têm a chance de adiar alguma escolha, fazem-no porque têm a sensação de estar garantindo o dia de amanhã. É uma forma de se iludir, de tentar se tornar imortal.


Seja o que você esteja fazendo agora, você estará deixando de fazer outra coisa. Por exemplo, se você está lendo este livro com certeza abdicou de assistir um filme, jogar bola ou mesmo terminar aquele relatório que já está atrasado. Então, a questão não é como evitar a procrastinação, mas como procrastinar bem.

Para isso existe o planejamento de prioridades, separando as atividades que "precisa" ser realizadas daquilo que você "gosta" de fazer. O ideal seria que as listas fossem iguais, mas isso não acontece na vida real. Não conheço ninguém que goste de ir ao banco enfrentar filas e ser mal tratado ou de fazer dieta. Mas são atividades que não podem ser delegadas e têm que ser feitas somente por você. A não ser que desenvolvam uma tecnologia onde as pessoas possam fazer dieta, ir ao dentista ou participar daquela avaliação de desempenho anual por você. Se por acaso desenvolverem, por favor, me avisem.

Mas enquanto isso não acontece, você tem que assumir suas responsabilidades e cumprir as atividades da sua lista.

Há três variáveis de procrastinação, dependendo do que você faz ao invés de trabalhar em algo: você pode não fazer nada e ficar enrolando; pode fazer algo de menor importância ou realmente fazer algo importante. Eu acredito que este último seja o tipo de boa procrastinação.


A exemplo daquele "analista de sistemas" que se esquece de pagar as contas, de se barbear, de comer direito, de sair de casa enquanto desenvolve um novo software. Sua mente se desliga deste mundo porque está trabalhando duro em outro.

"As pessoas têm uma competição interna entre satisfazer o seu 'eu' do presente e o seu 'eu' do futuro", diz John Kammeyer-Mueller, especialista em gerenciamento do tempo da Universidade da Flórida (EUA).

Estamos vivenciando uma das maiores transformações na história da humanidade. Expostos à mudanças cada vez mais rápidas, profundas e determinantes de um novo modelo de gestão. Concluímos que viver hoje é um desafio de flexibilidade e capacidade de adaptação.

Se já é difícil fazendo a coisa certa imagine postergando a sua evolução.

Pare de fazer gol contra, organize-se para aproveitar melhor suas competências, descarte o que não é necessário e se concentre naquilo que realmente faz a diferença.

domingo, 23 de outubro de 2011

"Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!"
 

Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.

A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.
Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo - a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos. A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.

O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.

Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: " Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos."

Você quer saber como esta seu corpo hoje?

Lembre-se do que pensou ontem.

Quer saber como estará seu corpo amanhã?

Olhe seus pensamentos hoje!"

Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você!"



Texto do livro: Saúde Perfeita

Autor: Deepak Chopra

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Quando a boca cala.... o corpo fala!!!

Cuide muito bem dos seus sentimentos! Acolha-os sempre, principalmente aqueles que produzem algum tipo de mal estar. Ignorá-los por medo, vergonha ou qualquer outro sentimento, não fará com que eles desapareçam, pelo contrário, como você verá no texto abaixo, eles vão buscar uma forma de "falar" para chamar sua atenção. E lembre-se: você é muito mais forte do que imagina! E tem muitos talentos que estão à sua disposição. Busque sempre o autoconhecimento e usufrua de toda a sua liberdade de escolha.

Desejo uma excelente semana para você!


Este alerta está colocado na porta de um... espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.

A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

O diabetes invade quando a solidão dói.

O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

O peito aperta quando o orgulho escraviza.

A pressão sobe quando o medo aprisiona.

As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.

A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!