"Somos as únicas criaturas na face da terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!"
Nossas células estão constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificados por eles. Um surto de depressão pode arrasar seu sistema imunológico; apaixonar-se, ao contrário, pode fortificá-lo tremendamente. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida.
A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse. A alegria e a realização nos mantém saudáveis e prolongam a vida. A recordação de uma situação estressante, que não passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de hormônios destrutivos que o estresse.
Quem está deprimido por causa da perda de um emprego projeta tristeza por toda parte no corpo - a produção de neurotransmissores por parte do cérebro reduz-se, o nível de hormônios baixa, o ciclo de sono é interrompido, os receptores neuropeptiídicos na superfície externa das células da pele tornam-se distorcidos, as plaquetas sanguíneas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos e até suas lágrimas contêm traços químicos diferentes das lagrimas de alegria.
Todo este perfil bioquímico será drasticamente alterado quando a pessoa encontra uma nova posição. Isto reforça a grande necessidade de usar nossa consciência para criar os corpos que realmente desejamos. A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depressão por causa de um emprego perdido.
O processo de envelhecimento, contudo, tem que ser combatido a cada dia.
Shakespeare não estava sendo metafórico quando Próspero disse: " Nós somos feitos da mesma matéria dos sonhos."
Você quer saber como esta seu corpo hoje?
Lembre-se do que pensou ontem.
Quer saber como estará seu corpo amanhã?
Olhe seus pensamentos hoje!"
Ou você abre seu coração, ou algum cardiologista o fará por você!"
Texto do livro: Saúde Perfeita
Autor: Deepak Chopra
Um espaço aberto e transparente para trocar, compartilhar, descobrir e sempre, REDESCOBRIR!
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domingo, 23 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Quando a boca cala.... o corpo fala!!!
Cuide muito bem dos seus sentimentos! Acolha-os sempre, principalmente aqueles que produzem algum tipo de mal estar. Ignorá-los por medo, vergonha ou qualquer outro sentimento, não fará com que eles desapareçam, pelo contrário, como você verá no texto abaixo, eles vão buscar uma forma de "falar" para chamar sua atenção. E lembre-se: você é muito mais forte do que imagina! E tem muitos talentos que estão à sua disposição. Busque sempre o autoconhecimento e usufrua de toda a sua liberdade de escolha.
Desejo uma excelente semana para você!
Este alerta está colocado na porta de um... espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
Desejo uma excelente semana para você!
Este alerta está colocado na porta de um... espaço terapêutico.
O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.
Preste atenção!
sábado, 2 de julho de 2011
Assumindo a responsabilidade por suas escolhas
Caro leitor, você tem estado consciente de suas escolhas?
Quando nossa atenção está no momento presente, temos a chance de transformar nossa vida e nossos relacionamentos (atitudes, palavras, pensamentos, sentimentos).
Acredite: o fato de colocarmos a atenção em qualquer um desses elementos citados já é a transformação em si. “No momento que eu percebo a coisa como ela é, posso de fato transformá-la.” Enquanto essa percepção não acontece, ficamos alimentando nossas ilusões, ideais e expectativas a respeito de alguém, de algo, etc
Ás vezes é mais “fácil” ficar imaginando coisas a respeito do outro do que realmente enfrentar a situação. Mas o que gera esse comportamento de preferir ficar com aquilo que eu imagino do outro a realmente encará-lo de frente? Rejeição. Por medo de rejeição ficamos em nosso mundinho, fechados, sem ar (sem inspiração) e não arriscamos. É , não arriscamos sentir dor, mas também não arriscamos dar asas para o amor. E esse sim é capaz de libertar, de dar vida, de fazer vibrar, de fazer orar, de ser capaz de transpirar… e de amor…. Ex: Quando necessitamos dizer algo a alguém e isso traz desconforto (medo de rejeição), para não entrar em contato com esse sentimento de desconforto podemos ir empurrando a situação, ou seja, toda vez que entramos em contato com essa mesma pessoa nos preparamos para falar mas não falamos. Essa atitude, se for prorrogada, causará tensão interna corporal e stress do próprio sistema interno (musculatura rígida).
Muito provavelmente, se não estivermos atentos ao que está sendo gerado dentro de nós, um dia, essa tensão explodirá e essa fala sairá muito desorganizada, de uma maneira extremamente agressiva. É claro que se o outro não estiver atento a si próprio, tenderá a reagir a nossa agressividade. Isso gera um ciclo de repetições infindáveis dessa mesma atitude. Um reagindo ao outro. Nenhuma criatividade, nenhuma saída nova para essa relação.
Se, ao contrário, estamos atentos a esse desconforto que é gerado toda vez que pensamos em comunicar aquele fato ao outro, criamos recursos internos de como falar, com que tom de voz, com que cara, que palavras eu escolho para comunicar, ou seja, aqui há escolha e por sua vez, fluxos de forças mais criativas abrem espaço para uma nova relação.
Nessa perspectiva, os comportamentos automáticos (sensações de repetição, de prisão) vão desaparecendo, vão diminuindo e podem então surgir os comportamentos criativos.
Criatividade envolve risco, ou seja, sair do conhecido e ir de encontro ao desconhecido. Essa atitude gera medo, insegurança, raiva. Mas o que faço com essa sensação?
É necessário objetividade a respeito dos próprios sentimentos. Não explicações do tipo por que isso está acontecendo comigo, mas sim, o quê estou sentindo? (isso é ser objetivo).
E a resposta vem , simples: estou sentindo medo , insegurança, raiva. Se lutarmos com esse sentimento, tentando explicar ou emitindo julgamentos do tipo – isso é ruim, não posso sentir isso, não tenho idade para me sentir assim, isso é ridículo – criamos tensões corporais geradas pelo stress. Quem está gerando este estado dentro de mim? Resposta: Eu mesmo.
Aí entramos no campo da responsabilidade. Somos responsáveis por aquilo que geramos, pois sempre há uma escolha no caminho, sempre. Podemos escolher criar tensão (dor) ou relaxamento (prazer). E o prazer vem do fato de percebermos as coisas como elas são. Só nessa atitude posso aprender a lidar com elas. E o aprendizado é a própria vida em ação.
Então vamos às escolhas… Você topa tornar-se realmente consciente de suas escolhas?
terça-feira, 14 de junho de 2011
Podemos Amar sem se Amar?
Enquanto não superarmos a ânsia do amor sem limites, não podemos crescer emocionalmente. Enquanto não atravessarmos a dor de nossa própria solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um.
Fernando Pessoa
A entrevista abaixo, traduzida da revista eletrônica Psychologies com o psicólogo e sociólogo francês Jacques Salomé, nos convida a fazer uma reflexão sobre nossa autoestima. Leia, reflita e seja honesto consigo mesmo, respondendo com sinceridade emocional se você vem se amando e se respeitando de fato. Pois, como você irá constatar em seguida, amar a si mesmo é condição fundamental para ter um relacionamento saudável.
Boa leitura e meu desejo sincero que você decida SEMPRE se amar!
Psychologies: Como se manifesta a falta de amor próprio nas relações com os outros e no relacionamento amoroso?
Jacques Salomé: A falta de amor próprio - este amor feito de auto-cuidado e de respeito - tem consequências diretas nas nossas relações com o outro. Ela se traduz como falta de confiança em si mesmo, de dúvidas e de desconfiança em relação ao outro que vão gerar ou manter relações à base de aprovação e de possessividade ou relações do tipo perseguido-perseguidor. Se eu não me amo, eu não poderei amar, pois eu estarei vivendo na necessidade e na exigência de se amado.
Na falta do amor próprio estamos sempre presos na engrenagem "pedir-exigir" ou na de "recusar, porque não é suficiente". Nestes dois casos, temos uma grande dificuldade em oferecer. Quando nós não nos amamos, acreditamos que não temos nada de interessante e de valor para dar e quando nós damos um pouco, temos a sensação de termos sido esvaziados, de termos ficado com menos.
Psychologies: As relações baseadas na falta de amor próprio são destinadas ao fracasso?
Jacques Salomé: Esta é uma constatação que percebemos o tempo todo. Nos casais, aquele que não se ama vai terminar usando e depois destruindo a confiança do outro em relação à ele. O parceiro provedor de amor vai, por sua vez, começar a duvidar - antes de se cansar definitivamente de dar provas de amor sem reciprocidade. Este tipo de relação é um jogo louco de espelho, que se baseia em uma missão impossível: tentar patéticamente dar ao outro aquilo que somente ele próprio poderia se ofercer, ou seja, o amor próprio.
A falta de amor próprio se traduz essencialmente pela busca de um parceiro pelo qual nós iremos tentar ser amados a qualquer preço. Estas escolhas, que são na maioria do tempo inconscientes, se fundamentam sobre uma espécie de extorsão de afeto. Tudo se passa como se um dissesse ao outro: Eu tenho tanta necessidade de você e enquanto você corresponder à esta necessidade, eu estarei presa a você". O outro poderia responder: " Eu sinto bem lá no fundo que você não me ama, mas eu tenho fé que graças ao meu amor, você me amará um dia". É importante ressaltar que na relação amorosa, a falta de amor próprio gera frequentemente um jogo de desqualificação mútuo. Aquele que não se ama, colocará em dúvida o amor do outro: Como ele pode amar alguém tão despresível como eu? E conclui: Ele é mais desprezível do que eu pensava". Isso acontece de forma inconsciente mas violenta as relações íntimas.
Esta falta de amor próprio pode também tomar uma forma de devoção, se traduzindo por uma necessidade de amar a qualquer preço. Mas este "dom" de amar, não passa de uma máscara, de uma enorme necessidade de ser amado que jamais será satisfeita. Assim, uma paciente me confiou que os "eu te amo" incessantes de seu marido a deixavam desconfortável, pois ela os sentia como uma exigência ameaçadora, uma violência que contradizia o que poderia existir de bom e de protetor na relação deles. Quando ela se separou dele, ela perdeu em dois meses, vinte quilos que ela havia acumulado inconscientemente para se proteger daqueles "eu te amo" terroristas.
Psychologies: O amor do outro pode suprir a falta de amor próprio?
Este é um de nossos desejos mais absurdos. É uma utopia. O amor do outro pode dar a impressão de preencher esta ausência de não saber se amar, recobrindo o véu da angústia com um véu de ternura e de segurança aleatórios mas isto é uma ilusão tanto perigosa quanto vã. Quando não nos amamos, estamos sempre esperando um amor incondicional e este tipo de demanda conduz invarialvelmente a colocar à prova o amor do outro constantemente, sem descanso. É se obrigar a viver em permanência com um frio na barriga e na incerteza de ser realmente amado.
É por isso que eu digo que o maior presente que podemos dar a uma criança nem é tanto o de amá-la e sim o de ensiná-la a se amar!
Psychologies: Qual é a particularidade de uma relação na qual ambos os parceiros se amam a si mesmos suficientemente para abordar o encontro amoroso e em seguida o casamento?
Jacques Salomé: A possibilidade de criar juntos uma relação viva e criativa, que abre as portas para todas as possibilidades do amor. Em uma relação, que eu simbolizo por uma echarpe, eu chamo a atenção para o fato que somos sempre três: o outro eu e a relação que existe entre nós. Em uma relação disfuncional, um espera que o outro dê o start. Já numa relação respeitosa das possibilidades de cada um, cada parceiro se torna responsável pelo seu start na relação e pode se definir e se posicionar sem ter a necessidade de definir ou de alienar o outro.
Este posicionamento reponsável é o antídoto contra a dependência, a frustração e o conflito desestruturador. Nos permite ter acesso à nossa criatividade, nossa independência e nossa liberdade de ser. O amor prório nos faz alcançar na relação com o outro, as melhores de todas as possibilidades, as nossas e as do parceiro.
Fernando Pessoa
A entrevista abaixo, traduzida da revista eletrônica Psychologies com o psicólogo e sociólogo francês Jacques Salomé, nos convida a fazer uma reflexão sobre nossa autoestima. Leia, reflita e seja honesto consigo mesmo, respondendo com sinceridade emocional se você vem se amando e se respeitando de fato. Pois, como você irá constatar em seguida, amar a si mesmo é condição fundamental para ter um relacionamento saudável.
Boa leitura e meu desejo sincero que você decida SEMPRE se amar!
Psychologies: Como se manifesta a falta de amor próprio nas relações com os outros e no relacionamento amoroso?
Jacques Salomé: A falta de amor próprio - este amor feito de auto-cuidado e de respeito - tem consequências diretas nas nossas relações com o outro. Ela se traduz como falta de confiança em si mesmo, de dúvidas e de desconfiança em relação ao outro que vão gerar ou manter relações à base de aprovação e de possessividade ou relações do tipo perseguido-perseguidor. Se eu não me amo, eu não poderei amar, pois eu estarei vivendo na necessidade e na exigência de se amado.
Na falta do amor próprio estamos sempre presos na engrenagem "pedir-exigir" ou na de "recusar, porque não é suficiente". Nestes dois casos, temos uma grande dificuldade em oferecer. Quando nós não nos amamos, acreditamos que não temos nada de interessante e de valor para dar e quando nós damos um pouco, temos a sensação de termos sido esvaziados, de termos ficado com menos.
Psychologies: As relações baseadas na falta de amor próprio são destinadas ao fracasso?
Jacques Salomé: Esta é uma constatação que percebemos o tempo todo. Nos casais, aquele que não se ama vai terminar usando e depois destruindo a confiança do outro em relação à ele. O parceiro provedor de amor vai, por sua vez, começar a duvidar - antes de se cansar definitivamente de dar provas de amor sem reciprocidade. Este tipo de relação é um jogo louco de espelho, que se baseia em uma missão impossível: tentar patéticamente dar ao outro aquilo que somente ele próprio poderia se ofercer, ou seja, o amor próprio.
A falta de amor próprio se traduz essencialmente pela busca de um parceiro pelo qual nós iremos tentar ser amados a qualquer preço. Estas escolhas, que são na maioria do tempo inconscientes, se fundamentam sobre uma espécie de extorsão de afeto. Tudo se passa como se um dissesse ao outro: Eu tenho tanta necessidade de você e enquanto você corresponder à esta necessidade, eu estarei presa a você". O outro poderia responder: " Eu sinto bem lá no fundo que você não me ama, mas eu tenho fé que graças ao meu amor, você me amará um dia". É importante ressaltar que na relação amorosa, a falta de amor próprio gera frequentemente um jogo de desqualificação mútuo. Aquele que não se ama, colocará em dúvida o amor do outro: Como ele pode amar alguém tão despresível como eu? E conclui: Ele é mais desprezível do que eu pensava". Isso acontece de forma inconsciente mas violenta as relações íntimas.
Esta falta de amor próprio pode também tomar uma forma de devoção, se traduzindo por uma necessidade de amar a qualquer preço. Mas este "dom" de amar, não passa de uma máscara, de uma enorme necessidade de ser amado que jamais será satisfeita. Assim, uma paciente me confiou que os "eu te amo" incessantes de seu marido a deixavam desconfortável, pois ela os sentia como uma exigência ameaçadora, uma violência que contradizia o que poderia existir de bom e de protetor na relação deles. Quando ela se separou dele, ela perdeu em dois meses, vinte quilos que ela havia acumulado inconscientemente para se proteger daqueles "eu te amo" terroristas.
Psychologies: O amor do outro pode suprir a falta de amor próprio?
Este é um de nossos desejos mais absurdos. É uma utopia. O amor do outro pode dar a impressão de preencher esta ausência de não saber se amar, recobrindo o véu da angústia com um véu de ternura e de segurança aleatórios mas isto é uma ilusão tanto perigosa quanto vã. Quando não nos amamos, estamos sempre esperando um amor incondicional e este tipo de demanda conduz invarialvelmente a colocar à prova o amor do outro constantemente, sem descanso. É se obrigar a viver em permanência com um frio na barriga e na incerteza de ser realmente amado.
É por isso que eu digo que o maior presente que podemos dar a uma criança nem é tanto o de amá-la e sim o de ensiná-la a se amar!
Psychologies: Qual é a particularidade de uma relação na qual ambos os parceiros se amam a si mesmos suficientemente para abordar o encontro amoroso e em seguida o casamento?
Jacques Salomé: A possibilidade de criar juntos uma relação viva e criativa, que abre as portas para todas as possibilidades do amor. Em uma relação, que eu simbolizo por uma echarpe, eu chamo a atenção para o fato que somos sempre três: o outro eu e a relação que existe entre nós. Em uma relação disfuncional, um espera que o outro dê o start. Já numa relação respeitosa das possibilidades de cada um, cada parceiro se torna responsável pelo seu start na relação e pode se definir e se posicionar sem ter a necessidade de definir ou de alienar o outro.
Este posicionamento reponsável é o antídoto contra a dependência, a frustração e o conflito desestruturador. Nos permite ter acesso à nossa criatividade, nossa independência e nossa liberdade de ser. O amor prório nos faz alcançar na relação com o outro, as melhores de todas as possibilidades, as nossas e as do parceiro.
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